OSB recebe a violinista Alexandra Soumm

OSB recebe a violinista Alexandra Soumm

28 de maio de 2014 Eventos 0

A violinista franco-russa Alexandra Soumm fará a sua estreia no Brasil.

Foto de Balazs Borocz

Foto de Balazs Borocz

No próximo dia 31 de maio, às 21h30m, no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, a Orquestra Sinfônica Brasileira realiza o primeiro concerto da série Ametista de 2014. Como convidados, os músicos recebem o brasileiro regente associado da Orquestra Sinfônica de Boston, Marcelo Lehninger; e a violinista franco-russa Alexandra Soumm, que fará a sua estreia no Brasil.

No repertório estão as peças As Hebridas, de Mendelssohn; Concerto para violino nº 1 em sol menor, de Bruch, que será solado por Soumm; e Sinfonia nº 4 em ré menor, de Schumann.

O concerto havia sido previamente programado para as 20h, mas, em virtude da realização do evento Marcha para Jesus, na Cinelândia, e das possíveis interferências sonoras no Theatro Municipal, a Fundação OSB alterou o horário do concerto para as 21h30.

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O repertório

Composta em 1830, depois de uma viagem de Mendelssohn para a Escócia, a peça As Hebridas dá início ao concerto. A obra é também conhecida como A Gruta de Fingal, remetendo-se à formação rochosa de mesmo nome localizada na ilha de Staffa, uma das ilhas Hébridas Interiores, da costa oeste da Escócia. O fascínio pela paisagem levou o compositor a escrever a música que foi concluída no final do ano de 1830, revisada em 1832, e tocada pela primeira vez em 1833, em Londres.

Após a interpretação da peça de Mendelssohn, Alexandra Soumm sobe ao palco para solar Concerto para violino nº 1 em sol menor, de Bruch. Um dos repertórios mais populares para o instrumento e uma das obras mais famosas do compositor, o concerto foi finalizado pela primeira vez em 1866.

Sinfonia nº 4 em ré menor, de Schumann, encerra a apresentação. Finalizada pela primeira vez no ano de 1841, é a ultima sinfonia escrita pelo compositor. Sua estreia ocorreu em dezembro de mesmo ano, em Leipzig, e não foi um sucesso, o que levou Schumann a guardá-la por dez anos. Em 1851, o autor voltou à sinfonia e, após uma revisão minuciosa chegou-se ao formato conhecido atualmente. A estreia desta nova versão se deu em 1853, em Düsseldorf, com interpretação do próprio compositor e esteve entre os últimos triunfos da carreira do artista.

Alexandra SoummSobre Alexandra Soumm

Alexandra Soumm é uma artista multifacetada, equilibrando bem repertórios de música de câmara e de grandes concertos. Entre as orquestras que tem colaborado nos últimos anos destacam-se a Orquestra Nacional do Capitólio de Toulouse, Orquestra de Câmara de Zurique, Orquestra de Câmara de Lausanne, Filarmônica Nacional da Rússia, Filarmônica de Israel, Orquestra Sinfônica Metropolitana de Tóquio e Orquestra Sinfônica de Tóquio.

Entre os CDs, a artista gravou, em 2008, seu primeiro álbum, com obras de Bruch e Paganini pelo selo Claves. Seu segundo trabalho com a gravadora foi em 2010, com um CD de sonatas de Grieg.

Nascida em Moscou, Alexandra começou seus estudos de violino com seu pai aos cinco anos de idade e, com sete, fez seu primeiro concerto. Mais tarde, ela se mudou para Viena para estudar com Boris Kuschnir e, em 2004, conquistou a Eurovision Competition. Atualmente vivendo em Paris, Alexandra fundou a organização social Esperanz’Arts, em 2012, fruto de um envolvimento de quatro anos em trabalhos sociais focados em criar oportunidades por meio da arte.

Confira o primeiro movimento do Concerto de Bruch na interpretação de Alexandra Soumm.

Sobre Marcelo Lehninger

Um dos regentes brasileiros de maior destaque no panorama internacional, Marcelo Lehninger é diretor artístico e regente titular da Orquestra Sinfônica de New West, em Los Angeles. Ocupa ainda o cargo de regente associado da Orquestra Sinfônica de Boston. Em março de 2011, estreou no Carnegie Hall de Nova York, sob críticas positivas no jornal The New York Times.

Premiado no I Concurso Nacional para Jovens Regentes Eleazar de Carvalho, no Rio de Janeiro, em 2001, passou a dirigir a Orquestra Petrobrás Sinfônica em diversas ocasiões. Em 2008 foi agraciado com I Felix Mendelssohn-Bartholdy Scholarship e viajou pela Europa e Estados Unidos na qualidade de regente assistente do maestro Kurt Masur nas orquestras Nacional da França (durante sua residência no Musikverein de Viena), Gewandhaus de Leipzig e Filarmônica de Nova York.

Antes de dedicar-se à regência, Lehninger, que é filho da pianista Sonia Goulart e do violinista Erich Lehninger, estudou violino e piano, sendo premiado em concursos nacionais em ambos os instrumentos. Mestre em música pelo Conductors Institute at Bard College, em Nova York, cursou regência com Harold Farberman e composição com Laurence Wallach. Estudou, também, com Kurt Masur, Leonard Slatkin e Roberto Tibiriçá.

 

SERVIÇO:

 Orquestra Sinfônica Brasileira

Série Ametista

  • Marcelo Lehninger, regência
  • Alexandra Soumm, violino

 Sábado, 31 de maio, às 21h30

Theatro Municipal do Rio de Janeiro (Praça Marechal Floriano s/nº, Centro. Informações: 2332‐9191 e 2332‐9005, a partir das 10h)

 Classificação: Livre

Preços: R$ 20 (galeria), R$ 60 (balcão superior), R$ 100 (plateia), R$ 140 (balcão nobre)

Acesso para cadeirantes e pessoas com dificuldade de locomoção na entrada lateral do Theatro na Avenida Rio Branco.

Descontos de 50% para terceira idade, estudantes, portadores de necessidades especiais e menores de 21 anos.

Programação sujeita à alteração.

Fonte: Movimento.com / OSB.com.br

 

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